Tatuagem auxilia paramédicos em caso de socorro

Ed Friedlander, um patologista de 60 anos, tem fixado em seu peito uma informação que considera importante. Em caso de uma parada cardíaca, Friedlander indica que ele não deseja receber ressuscitação cardiopulmonar por um paramédico, com as iniciais “no CPR”.
No caso de Melissa Boyer, de 31 anos, a tatuagem serve para substituir o bracelete que a identificava como diabética do tipo 1.
Nenhum comentário:
Postar um comentário